Invocação do Mal

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Baseado nos eventos ocorridos com a família Perron na cidade de Harrisville, em Rhode Island,invocação do mal um dos melhores filmes de terror já feitos, após se mudarem para sua nova casa, (Ron Livinston e Lili Taylor) o casal junto de suas cinco filhas, começam a perceber acontecimentos estranhos principalmente a mãe que leva os melhores sustos do filme, decide procurar um famoso casal de investigadores paranormais(Patrick Wilson e Vera Farmiga), eles descobrem que o local não era como todos os outros que não passavam de uma farsa,e que ali residia algo muito poderoso e mal, com uma trama muito bem planejada e com diversos sustos durante o filme,um clima de terror do começo ao fim, um ótimo filme para quem tem coração forte.

AI esta um pouco da história real ao qual e baseado o filme para ir entrando no clima .

Ed e Lorraine Warren investigam atividades paranormais desde o início da década de 1950. Durante a longa carreira, eles investigaram mais de 4.000 assombrações, incluindo o conhecido caso de Amityville onde foram reconhecidos como os primeiros investigadores paranormais a pisar na cena. O filme de 2013, Invocação do Mal (The Conjuring), foi baseado na aterrorizante investigação da família Perron e sua fazenda assombrada em Harrisville, Rhode Island. Os Warren afirmam que sua investigação do caso conhecido como “Harrisville Haunting” (“Assombração em Harrisville” / “Caso Harrisville”) ou “Perron Haunting Family” (“Assombração da Família Perron”),  “foi a investigação mais intensa, convincente, perturbadora e importante” de suas carreiras. Roger Perron, sua esposa Carolyn, e suas cinco filhas Andrea (Annie), Nancy, Christine, Cindy, e April sofreram uma década de tortura por parte dos espíritos que ocuparam sua casa de campo.

A Família Perron: Carolyn e Roger Perron à esquerda; e as cinco filhas Andrea, Nancy, Christine, Cindy e April à direita.

O Caso Harrisville – as assombrações começam Buscando levar as crianças para uma vida mais tranquila no campo, Roger e Carolyn Perron compraram sua casa dos sonhos no inverno de 1970. A Velha Fazenda Arnold tinha quase 81 mil metros quadrados e possuía uma das plantações originais na área levantada pelo colono John Smith em 1680 e transferida a Roger Williams para a formação do estado de Rhode Island. Localizada na estrada Round Top em Harrisville, Rhode Island, a “adorável e charmosa” casa de campo de 10 cômodos foi construída em 1736 em um belo terreno com espaço de sobra para as cinco filhas correrem e brincarem. Nancy e Christine Perron compartilhavam um quarto, Cindy e April outro, e Andrea tinha um quarto só para ela – exceto nas noites em que, como diz Andrea, as irmãs “vinham rastejando até sua cama, tremendo e chorando de medo”.

A casa de campo assombrada da velha fazenda Arnold, em Harrisville.
Vigas do celeiro onde moradores anteriores se enforcaram.

A família Perron começou a perceber que algo estava errado desde o primeiro dia em que pisou em sua linda casa nova. Mais tarde souberam que oito gerações de famílias viveram e morreram na Velha Fazenda Arnold, incluindo a Sra. John Arnold, que com 93 anos se enforcou nas vigas do celeiro. Além dessa, mais vidas foram perdidas na fazenda, incluindo vários suicídios (enforcamentos, envenenamentos), o estupro e assassinato não solucionado de uma menina de onze anos de idade, Prudence Arnold (mais tarde presumiu-se que tenha sido assassinada por um peão da fazenda), dois afogamentos no riacho localizado perto da casa, e quatro homens que misteriosamente congelaram até a morte naquelas terras. Não demorou muito para que os Perron entendessem por que o vendedor anterior aconselhou-os no dia em que eles se mudaram para a casa, dizendo: “Deixem as luzes acesas durante a noite.”

Os muitos fantasmas amigáveis
A princípio, os fantasmas, ou espíritos demoníacos como os Warren acreditavam, eram inofensivos. Descritos como opacos ou pouco sólidos na aparência, havia muitos espíritos presentes na velha casa. Um fantasma cheirava a flores, enquanto outro ia gentilmente dar um beijo de boa noite nas meninas em suas camas, todas as noites. Outro parecia ser um pequeno e jovem garoto que as meninas viam, hipnotizadas, empurrar carrinhos de brinquedo pelo quarto impulsionados por uma mão invisível.

Uma aparição, possivelmente um fantasma feminino, era uma presença bem-vinda na casa. Os Perron sempre ouviam o barulho de alguém varrendo que vinha da cozinha. Quando entravam no cômodo, encontravam a vassoura que tinha sido movida para um local diferente de onde costumavam deixar, com um belo monte de terra recém-varrido no meio do chão, esperando para ser depositado na lixeira.

“Manny”, era outro espírito que as crianças Perron amavam. Acreditavam que Manny seria o espírito de Johnny Arnold, que cometeu suicídio enforcando-se no sótão da casa em 1700. Manny aparecia diante das crianças, muitas vezes em pé, assistindo silenciosamente suas atividades diárias, matinha um sorriso torto no rosto, divertindo-se com as brincadeiras das crianças. Se fosse feito contato visual com Manny, ele sumia tão repentinamente como tinha aparecido.

Um dos cômodos no interior da casa assombrada.

Além de entidades fantasmagóricas, os Perron testemunharam muitos outros fenômenos estranhos e inexplicáveis. Camas levitavam alguns centímetros do chão, um aparelho de telefone pairava no ar e caiu bruscamente batendo na base do telefone quando alguém entrou na sala, e vários objetos plainavam pela casa por conta própria. Muitas vezes, cadeiras eram puxadas de repente debaixo de um convidado desavisado e fotografias caiam das paredes. Os Perron relataram ter visto uma vez um sangue alaranjado que vazava de uma parede e dissolvia no nada.

Alguns espíritos, demônios aliás, não eram tão agradáveis

Cama de uma das garotas.

Nem todos os fantasmas em Harrisville eram visitantes bem-vindos. Alguns puxavam as pernas e os cabelos das meninas no meio da noite. Outros batiam na porta da frente da casa com tanta força que toda a casa tremia. Algumas portas se fechavam sozinhas enquanto outras permaneciam congeladas no lugar, impossíveis de serem fechadas, não importando quanta força fosse aplicada a elas. Uma entidade na casa mantinha rotineiramente a família acordada, pois choramingava continuamente no meio da noite: “Mamãe! Mamããããe!” enquanto outra aparição torturava Cindy de 8 anos de idade dizendo-lhe sem parar: “Há sete soldados mortos enterrados na parede”.  Os Perron também se lembram de um pequeno e delicado espírito, que parecia ter cerca de 4 anos, vagando pela casa chorando, chamando pela mãe.

Ed e Lorraine Warren oferecem ajuda

Ed e Lorraine Warren são muitas vezes considerados como “os investigadores paranormais originais“. Por décadas, eles ajudaram a investigar assombrações e possessões demoníacas em todo o país. Em muitos de seus casos, eles foram capazes de convencer o Vaticano a realizar exorcismos dos espíritos que eles encontraram. Os Perron ouviram falar dos Warren após uma de suas muitas palestras públicas e insistiram com eles para ajudar a salvar sua mãe. A essa altura, acreditava-se que Bathsheba já havia possuído Carolyn Perron fisicamente, e disso Ed Warren não poderia discordar.

A filha, Andrea Perron, se lembrou da noite em que o exorcismo ocorreu:

“A noite em que pensei que veria minha mãe morrer foi a noite mais terrível de todas. Ela falou com uma voz que nunca tínhamos ouvido antes e uma força que não é deste mundo a jogou a 6 metros de distância em outra sala “.

Infelizmente, a verdadeira história da assombração da família Perron terminou de forma diferente da retratada no filme “Invocação do Mal” (The Conjuring). Na realidade, os Warren não tiveram sucesso na tentativa de libertar a família Perron de seu tormento infernal. Carolyn Perron lembrou da “terrível noite” e explicou que, apesar das intenções dos Warren serem boas, eles perceberam que as coisas “pioraram em torno deles”. Como a situação ficou fora de controle, Roger Perron exigiu que os Warren deixassem o local imediatamente.

A fuga dos Perron de sua casa assombrada

A casa e o celeiro dos Perron, na velha fazenda Arnold,
Harrisville.

Os Perron logo se tocaram que todos os ocupantes (com exceção do pastor de uma igreja local e sua família) da velha Fazenda Arnold haviam relatado fenômenos sobrenaturais na propriedade. Na verdade, o proprietário anterior aos Perron tinha contratado um empreiteiro para reformar a casa. O empreiteiro estava totalmente ativo na reforma da casa, quando de repente ele parou de trabalhar e simplesmente fugiu. Relatos dizem que ele saiu da casa aos gritos deixando para trás suas ferramentas e seu carro. Os proprietários acabaram nunca se mudando e a casa permaneceu vazia por vários anos antes da família Perron descobrir que ela estava no mercado.

Apesar das circunstâncias infelizes, as restrições financeiras manteve a família Perron enraizada no lugar por 10 longos anos. Incapazes de fugir, eles suportaram a inconveniência dos espíritos “amigáveis” e a tortura dos fantasmas malévolos. Finalmente, em 1980, por insistência de Carolyn, os Perron estavam financeiramente capazes de desocupar a casa. Eles se mudaram para a Geórgia.

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